Informe o valor inicial, os aportes mensais, a taxa e o prazo para ver o efeito bola de neve dos juros sobre juros.
| Ano | Investido | Juros | Saldo |
|---|---|---|---|
| 0 | R$ 1.000 | R$ 0 | R$ 1.000 |
| 1 | R$ 3.400 | R$ 167 | R$ 3.567 |
| 2 | R$ 5.800 | R$ 539 | R$ 6.339 |
| 3 | R$ 8.200 | R$ 1.133 | R$ 9.333 |
| 4 | R$ 10.600 | R$ 1.966 | R$ 12.566 |
| 5 | R$ 13.000 | R$ 3.058 | R$ 16.058 |
| 6 | R$ 15.400 | R$ 4.430 | R$ 19.830 |
| 7 | R$ 17.800 | R$ 6.103 | R$ 23.903 |
| 8 | R$ 20.200 | R$ 8.102 | R$ 28.302 |
| 9 | R$ 22.600 | R$ 10.453 | R$ 33.053 |
| 10 | R$ 25.000 | R$ 13.184 | R$ 38.184 |
| 11 | R$ 27.400 | R$ 16.325 | R$ 43.725 |
| 12 | R$ 29.800 | R$ 19.910 | R$ 49.710 |
| 13 | R$ 32.200 | R$ 23.974 | R$ 56.174 |
| 14 | R$ 34.600 | R$ 28.554 | R$ 63.154 |
| 15 | R$ 37.000 | R$ 33.693 | R$ 70.693 |
| 16 | R$ 39.400 | R$ 39.436 | R$ 78.836 |
| 17 | R$ 41.800 | R$ 45.829 | R$ 87.629 |
| 18 | R$ 44.200 | R$ 52.926 | R$ 97.126 |
| 19 | R$ 46.600 | R$ 60.783 | R$ 107.383 |
| 20 | R$ 49.000 | R$ 69.461 | R$ 118.461 |
| 21 | R$ 51.400 | R$ 79.024 | R$ 130.424 |
| 22 | R$ 53.800 | R$ 89.545 | R$ 143.345 |
| 23 | R$ 56.200 | R$ 101.100 | R$ 157.300 |
| 24 | R$ 58.600 | R$ 113.770 | R$ 172.370 |
| 25 | R$ 61.000 | R$ 127.647 | R$ 188.647 |
| 26 | R$ 63.400 | R$ 142.825 | R$ 206.225 |
| 27 | R$ 65.800 | R$ 159.410 | R$ 225.210 |
| 28 | R$ 68.200 | R$ 177.514 | R$ 245.714 |
| 29 | R$ 70.600 | R$ 197.257 | R$ 267.857 |
| 30 | R$ 73.000 | R$ 218.773 | R$ 291.773 |
Juros compostos significam que a cada mês o rendimento é calculado sobre tudo o que você acumulou até ali — seus aportes mais todos os juros já ganhos. É por isso que a curva entorta para cima: no começo, a maior parte do crescimento vem dos seus aportes, mas com os anos os próprios juros viram o motor principal.
VF = P × (1 + i)ⁿ + PMT × [((1 + i)ⁿ − 1) / i]
VF é o valor futuro, P o valor inicial, PMT o aporte mensal, i a taxa mensal (a taxa anual convertida em taxa efetiva mensal) e n o número de meses.
Esta calculadora capitaliza mensalmente, como fazem a poupança, CDBs e a maioria dos fundos. A taxa é mantida constante durante todo o período — na vida real os rendimentos oscilam, então trate o resultado como um cenário, não como uma promessa.
Imagine investir R$ 1.000 de início e aportar R$ 200 por mês a 8% ao ano. Depois de 10 anos você tem R$ 38.184 — você depositou R$ 25.000 e os juros somaram R$ 13.184. Aos 20 anos o saldo chega a R$ 118.461, e os juros já respondem por 59% do total.
Aos 30 anos o jogo vira: R$ 291.773 no total, dos quais apenas R$ 73.000 saíram do seu bolso. Os outros R$ 218.773 — 75% do saldo final — são puros juros sobre juros. Teste acima: reduza o período e veja como são os últimos anos que realmente entortam a curva.
Nos juros simples, a taxa incide apenas sobre o valor original, e o crescimento é linear. Nos juros compostos, a taxa incide sobre o saldo acumulado — aportes mais juros já ganhos — e o crescimento acelera com o tempo. Investimentos de longo prazo quase sempre usam juros compostos.
Dividindo o fator de crescimento, não a taxa: taxa mensal = (1 + taxa anual)^(1/12) − 1. Por exemplo, 12% ao ano equivale a cerca de 0,949% ao mês, e não 1%. Esta calculadora faz a conversão automaticamente.
Não. A simulação assume uma taxa constante, coisa que investimentos reais não têm, e ignora impostos, taxas e inflação. Use-a para comparar cenários e entender a mecânica, não como previsão.
Estimativas apenas para fins educativos, baseadas em taxas constantes. Investimentos e financiamentos reais variam — consulte um profissional qualificado antes de tomar decisões financeiras.